Seis semanas equivalem a cerca de 1,38 meses — ou seja, aproximadamente 1 mês e 12 dias.
Essa é a conversão direta que facilita entender em que ponto da gestação você está.

Você vai notar que existem alguns jeitos diferentes de converter semanas em meses. Tem quem use a média de dias por mês, outros preferem meses de 4 semanas, e ainda há as tabelas práticas dos obstetras.
Cada método serve pra um tipo de conversa ou situação. Também vale saber quais marcos do desenvolvimento fetal aparecem por volta das 6 semanas e quando costuma ser feito o primeiro ultrassom.
6 semanas são quantos meses: conversão precisa, métodos e contexto
Seis semanas de gestação não batem certinho com um número inteiro de meses no calendário.
A resposta muda dependendo se você usa a média de dias por mês ou segue a tabela do consultório.
Como converter 6 semanas em meses de gravidez
Seis semanas têm 42 dias (6 × 7). Dividindo por 30,44 — a média de dias por mês no ano — você chega em aproximadamente 1,38 meses.
Dá pra arredondar e dizer que são 1 mês e 12 dias.
No dia a dia, muita gente prefere falar “1 mês e meio” ou “1 mês e 2 semanas”. Fica mais fácil de entender, né?
Médicos normalmente informam em semanas (tipo, 6 semanas e 0 dias) e usam tabelas pra converter isso em meses quando precisam explicar pra pacientes.
Métodos para fazer a conversão de semanas em meses
Método 1 — Cálculo por dias: multiplica as semanas por 7 e divide por 30,44. O resultado é mais exato em dias.
Método 2 — Conversão prática: usa uma tabela de gestação que agrupa semanas em meses (por exemplo, semanas 2–6 = 1º mês, 7–10 = 2º mês, 11–14 = 3º mês). Isso é bem comum nas consultas.
Método 3 — Conversão em quinzena: cada mês tem em média 4,3 semanas. Seis semanas dão mais ou menos 1,4 meses, que muita gente arredonda pra 1 mês e 2 semanas.
Escolha o método que faz mais sentido pra sua situação. Quer precisão? Use o cálculo por dias. Vai conversar com a família? A tabela prática pode ser suficiente.
Por que a contagem em semanas é usada na gravidez
A contagem em semanas virou padrão porque acompanha melhor o desenvolvimento do embrião.
Muitos exames, como o primeiro ultrassom ou avaliações de risco, são marcados por semanas, não meses.
A data provável do parto (DPP) também é calculada a partir da última menstruação, totalizando 40 semanas.
Contar em semanas evita confusão, já que os meses variam em duração. Quando o médico fala “6 semanas”, ele está sendo bem específico sobre exames e cuidados daquele período.
6 semanas de gravidez: marcos do desenvolvimento e acompanhamento médico
Nessa fase, é comum sentir enjoo, cansaço e sensibilidade nas mamas.
O embrião mede só alguns milímetros, o coração pode já estar batendo, e é hora de iniciar o pré-natal e confirmar a localização da gestação por ultrassom.
Sintomas comuns e mudanças no corpo com 6 semanas
Você pode notar náuseas (os famosos enjoos matinais), vômitos, cansaço maior e seios mais sensíveis.
Urinar com mais frequência não é raro, já que o volume sanguíneo aumenta.
Alterações de humor, aversões ou desejos alimentares podem aparecer. Às vezes, as roupas já ficam um pouco mais justas, mesmo sem ganho de peso real.
Se perceber sangramento ou dor forte, especialmente de um lado só, procure atendimento. Isso pode indicar gravidez ectópica ou risco de aborto.
Anote sintomas e a data da última menstruação (DUM) pra facilitar na consulta.
Desenvolvimento do feto no início da gestação
Com 6 semanas (contando pela DUM), o embrião mede cerca de 4 a 6 mm, mais ou menos do tamanho de uma ervilha.
O tubo neural está se formando, e já começam a aparecer as bases do cérebro, olhos, ouvidos e os brotos dos membros.
O coração pode já estar batendo, e em muitos casos aparece no primeiro ultrassom transvaginal.
O saco vitelino e o saco gestacional geralmente são visíveis nesse exame.
Ninguém sente o bebê mexer nessa fase ainda. Os movimentos só vão ser percebidos mais pra frente.
A data provável do parto (DPP) será ajustada conforme a DUM ou pelo ultrassom nas próximas semanas.
Importância do pré-natal e primeiros exames
O pré-natal deve começar cedo, lá pela 5ª ou 7ª semana. É nessa fase que se confirma a gravidez, seja com teste de farmácia ou beta-hCG.
O primeiro ultrassom, quase sempre transvaginal, confirma se o embrião está no útero mesmo. Dá também pra medir o embrião e, com um pouco de sorte, ouvir os batimentos cardíacos.
Os exames laboratoriais iniciais costumam incluir hemograma, tipagem sanguínea (ABO/Rh), além de sorologias como HIV, sífilis, hepatite B, toxoplasmose e rubéola. O exame de urina também entra nessa leva.
O médico calcula a DPP (data provável do parto) logo no começo. E já deixa agendado o ultrassom morfológico, que costuma acontecer um pouco mais pra frente, ainda no primeiro trimestre.
Leve sempre a lista de medicamentos que você usa e o histórico de gestações anteriores. Isso pode ajudar bastante o médico a ajustar o acompanhamento e evitar problemas nas próximas semanas.